
A Universidade Estadual do Piauí está na lista das instituições de ensino superior com irregularidades na composição do corpo docente. Segundo o Ministério da Educação, apenas 20% dos professores têm dedicação em tempo integral, quando o recomendado seria 33%. Enquanto a situação não for resolvida, a UESPI está impedida por noventa dias de abrir novos cursos e ampliar o número de vagas. A associação dos docentes denuncia que a situação é ainda mais grave. Não existe um projeto de qualificação de professores e os profissionais que conseguiram fazer mestrado ou doutorado, tiveram que custear os cursos. A associação revela ainda que cerca de 60% dos professores que lecionam na UESPI são provisórios. Caso as recomendações do MEC não sejam seguidas, a universidade pode voltar a condição de centro de ensino superior. A reitora Valéria Madeira só vai se pronunciar depois que elaborar um plano para adequar a instituição aos padrões do MEC.

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